Está de luto
O Abraão não está de luto apenas hoje, chorando a morte de uma jovem da comunidade. A Vila do Abraão está de luto há muito tempo, chorando o assassinato da paz, do respeito e principalmente do amor.
Essa bactéria destruidora chamada violência se instalou na Vila aos pouco e foi se enraizando, sem se quer ser incomodada, por aqueles que devem proteger os cidadãos. O que prevíamos acabou acontecendo. Em meio a tantas confusões pelas ruas uma vítima fatal.
Os fins não justificam os meios e a violência, sempre a violência, tem impacto forte e mancha a beleza de qualquer lugar. Diz o velho ditado que o pior cego é aquele que não quer ver, e enquanto um pequeno grupo de roedores se reúnem as escondidas para pedir a demolição de um barraco e de alguns casebres, achando estar mudando a cara do Abraão, o problema sério mesmo da Vila vinha só se alastrando pelas ruas, um dia paulada, no outro, remada, martelada e facadas. Assim o mal criava corpo e abraçou a Vila.
Os ambiciosos, com uma visão curta e o pensamento de que o dinheiro é tudo, não se dão conta de que hoje esse mal está nas ruas, mas se algo não for feito enquanto há tempo, todos esses que estão sentados em seus sofás e ficam sabendo das notícias por jornais também irão sofrer as consequências dessa bactéria chamada violência dentro de sua própria redoma de vidro. Afinal, os "quartinhos", tão falados e discriminados, são as moradias de seus funcionários, aqueles que dão o sangue para construir e fortalecer ses patrimônios. Lembre-se disso, senhores.
O Abraão pede socorro!
[ATUALIZAÇÃO - 03/07/2013]
No meio da rua uma faca pôs fim a uma vida, quantas outras vidas terminarão desta forma?
Esperamos que esse episódio sirva para mudar para melhor nossa Vila e que renasça um Abraão verdadeiro.
Hoje A Voz da Ilha é uma só, senhores da autoridade: devolvam nossa PAZ, mudem a aparência feia da nossa Vila para que tenhamos de fato um paraíso.
Essa "coisa" não combina com a Ilha Grande.
Essa bactéria destruidora chamada violência se instalou na Vila aos pouco e foi se enraizando, sem se quer ser incomodada, por aqueles que devem proteger os cidadãos. O que prevíamos acabou acontecendo. Em meio a tantas confusões pelas ruas uma vítima fatal.
Os fins não justificam os meios e a violência, sempre a violência, tem impacto forte e mancha a beleza de qualquer lugar. Diz o velho ditado que o pior cego é aquele que não quer ver, e enquanto um pequeno grupo de roedores se reúnem as escondidas para pedir a demolição de um barraco e de alguns casebres, achando estar mudando a cara do Abraão, o problema sério mesmo da Vila vinha só se alastrando pelas ruas, um dia paulada, no outro, remada, martelada e facadas. Assim o mal criava corpo e abraçou a Vila.
Os ambiciosos, com uma visão curta e o pensamento de que o dinheiro é tudo, não se dão conta de que hoje esse mal está nas ruas, mas se algo não for feito enquanto há tempo, todos esses que estão sentados em seus sofás e ficam sabendo das notícias por jornais também irão sofrer as consequências dessa bactéria chamada violência dentro de sua própria redoma de vidro. Afinal, os "quartinhos", tão falados e discriminados, são as moradias de seus funcionários, aqueles que dão o sangue para construir e fortalecer ses patrimônios. Lembre-se disso, senhores.
O Abraão pede socorro!
[ATUALIZAÇÃO - 03/07/2013]
No meio da rua uma faca pôs fim a uma vida, quantas outras vidas terminarão desta forma?
Esperamos que esse episódio sirva para mudar para melhor nossa Vila e que renasça um Abraão verdadeiro.
Hoje A Voz da Ilha é uma só, senhores da autoridade: devolvam nossa PAZ, mudem a aparência feia da nossa Vila para que tenhamos de fato um paraíso.
Essa "coisa" não combina com a Ilha Grande.