Fui eu que plantei
O homem é mesmo um ser complicado e egoísta. Certa vez, um lavrador plantou em suas terras uma semente de difícil cultivo. A semente germinou, mas devido às dificuldades do clima e do solo a plantinha ficou raquítica. O lavrador então abandonou e priorizou as outras plantas.
O tal lavrador certo dia recebeu em sua lavoura a visita de um vizinho e, orgulhoso, mostrava as suas plantações. Passando por um canto da lavoura, o vizinho vendo aquela plantinha quase morrendo perguntou: - que planta é essa? O dono respondeu: - eu trouxe uma semente de muito longe que um amigo me deu, dizendo ser boa planta, que daria muitos frutos, mas essa coisa até agora nem do chão saiu, vou arrancar isso daí. - Não faça isso, disse o vizinho, me deixa cuidar dessa planta. E ali mesmo já começou a tratá-la, afofou a terra em volta da raiz, adubou, regou, passou a mão nas folhas e foi embora. Todos os dias ele vinha à lavoura cuidava, dava todo carinho e ia embora, a plantinha criou forças e crescia uma grandeza.
O tempo foi passando, a pobre árvore já era uma bela árvore, florescia e dava frutos, moradores das redondezas ficavam encantados com tanta beleza da árvore. O lavrador que plantou a semente, mas não assumiu a criação e ainda pequena queria arrancá-la, exibido dizia: - que bela árvore, foi eu que plantei, já esquecera que plantou, mas abandonou e outra mão pegou, regou e amou, por isso a planta cresceu, floresceu e deu bons frutos. As coisas são mesmo assim, o homem não quer regar, adubar e nem ajudar a planta criar raiz sólida, mas depois que essa planta está grandiosa, bonita dando bons frutos, aparece sempre um dono dizendo: - fui eu que plantei, esse filho é meu! Bonito, não é? Estou apaixonado.
Esse texto compara a plantinha a muitas crianças que são abandonadas por seus pais ainda na formação, alguns se perdem nos canteiros que é a vida, e morrem ainda muito jovens. Outros são criados por pessoas que os amam, lhes dão estruturas, tornando-os pessoas de bem, ou seja, belas árvores que darão bons frutos.
O respeito, o amor e o carinho são à base de tudo na vida, só assim teremos uma sociedade bem melhor.
O tal lavrador certo dia recebeu em sua lavoura a visita de um vizinho e, orgulhoso, mostrava as suas plantações. Passando por um canto da lavoura, o vizinho vendo aquela plantinha quase morrendo perguntou: - que planta é essa? O dono respondeu: - eu trouxe uma semente de muito longe que um amigo me deu, dizendo ser boa planta, que daria muitos frutos, mas essa coisa até agora nem do chão saiu, vou arrancar isso daí. - Não faça isso, disse o vizinho, me deixa cuidar dessa planta. E ali mesmo já começou a tratá-la, afofou a terra em volta da raiz, adubou, regou, passou a mão nas folhas e foi embora. Todos os dias ele vinha à lavoura cuidava, dava todo carinho e ia embora, a plantinha criou forças e crescia uma grandeza.
O tempo foi passando, a pobre árvore já era uma bela árvore, florescia e dava frutos, moradores das redondezas ficavam encantados com tanta beleza da árvore. O lavrador que plantou a semente, mas não assumiu a criação e ainda pequena queria arrancá-la, exibido dizia: - que bela árvore, foi eu que plantei, já esquecera que plantou, mas abandonou e outra mão pegou, regou e amou, por isso a planta cresceu, floresceu e deu bons frutos. As coisas são mesmo assim, o homem não quer regar, adubar e nem ajudar a planta criar raiz sólida, mas depois que essa planta está grandiosa, bonita dando bons frutos, aparece sempre um dono dizendo: - fui eu que plantei, esse filho é meu! Bonito, não é? Estou apaixonado.
Esse texto compara a plantinha a muitas crianças que são abandonadas por seus pais ainda na formação, alguns se perdem nos canteiros que é a vida, e morrem ainda muito jovens. Outros são criados por pessoas que os amam, lhes dão estruturas, tornando-os pessoas de bem, ou seja, belas árvores que darão bons frutos.
O respeito, o amor e o carinho são à base de tudo na vida, só assim teremos uma sociedade bem melhor.